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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
AMANHÃ(16/09/2011) É A DATA LIMITE PARA ENVIO DE RESUMOS DO VI SEMINÁRIO DE CIÊNCIA POLÍTICA
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Estou enviando o ensaio “As duas fases da história e as fases do capitalismo”, publicado na Revista Crítica e Sociedade. (http://www.bresserpereira.org.br/papers/2011/11.30.Duas_fases_da_historia_e_capitalismo-RCS.pdf)
Seu abstract é o seguinte:
The capitalist revolution was such a major economic, social and political transformation that that we can see history divided into two phases: ancient and modern times or pre-capitalism and capitalism. While ancient societies change slowly, modern societies change fast as they, for the first time, experience economic development. Taking the more developed countries as reference, capitalism itself may be seen as divided in three phases: commercial capitalism that marked the transition, classical or bourgeois capitalism, and professionals’ or knowledge capitalism. The later, that is dominant since the beginning of the 20th century, may be divided in two phases: the Fordist one and the 30 neoliberal years of capitalism (1979-2008).
Luiz Carlos Bresser-Pereira
Globalization and Competition
Published in French (La Découverte),
Portuguese (Campus)
and English (Cambridge University Press)
www.bresserpereira.org.br
_________
VIA CARLOS SÁVIO TEXEIRA
quinta-feira, 14 de julho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Chico Buarque e as raízes do Brasil
Em questão, a falta de contato entre o cantor e o povo
Artigo publicado em 13-jun-2004 <http://quest1.jb.com.br/jb/papel/cadernob/2004/06/12/jorcab20040612012.html> no Jornal do Brasil
Paulo Cesar de Araújo*
Chico Buarque não é e nem nunca foi unanimidade nacional – ao contrário do que disse Millôr Fernandes nos anos 60, e muitos repetem até hoje. Naquela época, especialmente após o lançamento de A banda, no fim de 1966, ele de fato alcançou grande popularidade e tornou-se figura fácil em capas de revistas e programas de televisão. Suas canções ganhavam elogios de personalidades que iam do crítico comunista José Ramos Tinhorão ao dramaturgo reacionário Nelson Rodrigues, todos saudando Chico como uma espécie de novo Noel Rosa. Mas talvez por isso mesmo, e porque sua música não sintonizava com as novidades estéticas do que viria a ser chamado de Tropicália, Chico sofria críticas de setores de vanguarda, que tinham no poeta concretista Augusto de Campos um dos principais porta-vozes. Desafinando o coro dos contentes com a A banda, Campos preferia exaltar a canção Um dia, do mesmo festival, do ainda pouco conhecido Caetano Veloso. E, ao vislumbrar novos rumos para a MPB no festival de 1967, ele dizia que o sucesso de A banda, no ano anterior, “pode ter servido para tonificar, momentaneamente, a abalada popularidade da nossa música popular”. E completava: “Mas eu já adivinhava que a solução não poderia ser voltar para trás”.
Artigo publicado em 13-jun-2004 <http://quest1.jb.com.br/jb/papel/cadernob/2004/06/12/jorcab20040612012.html> no Jornal do Brasil
Chico Buarque não é e nem nunca foi unanimidade nacional – ao contrário do que disse Millôr Fernandes nos anos 60, e muitos repetem até hoje. Naquela época, especialmente após o lançamento de A banda, no fim de 1966, ele de fato alcançou grande popularidade e tornou-se figura fácil em capas de revistas e programas de televisão. Suas canções ganhavam elogios de personalidades que iam do crítico comunista José Ramos Tinhorão ao dramaturgo reacionário Nelson Rodrigues, todos saudando Chico como uma espécie de novo Noel Rosa. Mas talvez por isso mesmo, e porque sua música não sintonizava com as novidades estéticas do que viria a ser chamado de Tropicália, Chico sofria críticas de setores de vanguarda, que tinham no poeta concretista Augusto de Campos um dos principais porta-vozes. Desafinando o coro dos contentes com a A banda, Campos preferia exaltar a canção Um dia, do mesmo festival, do ainda pouco conhecido Caetano Veloso. E, ao vislumbrar novos rumos para a MPB no festival de 1967, ele dizia que o sucesso de A banda, no ano anterior, “pode ter servido para tonificar, momentaneamente, a abalada popularidade da nossa música popular”. E completava: “Mas eu já adivinhava que a solução não poderia ser voltar para trás”.
Defensor das conquistas da bossa nova e do avanço experimental de novos sons e novas letras para a MPB, Augusto de Campos identificava na obra de Chico (e na “chicolatria” em torno dele) um estorvo a este projeto. Tendo como referência os primeiros discos do artista – em que predominam marchinhas e sambas à moda de Noel Rosa – o poeta dizia que era “impossível fazer o novo com o velho” e que “na sua indecisão entre Noel e João Gilberto, Chico pagou tributo à redundância”. Para Campos, o fato de Chico ter sido rapidamente incensado pelos puristas do samba indicava que eles pretendiam fazer dele “o último baluarte contra a evolução da música popular”. Não por acaso, no auge desta polêmica, já com a eclosão do Tropicalismo, o compositor Tom Zé disse numa entrevista que Chico deveria ser respeitado pois era “nosso avô” – mais um episódio que desmente a suposta unanimidade do cantor.
Imerso na roda-viva de shows, discos e festivais, Chico viu-se precocemente identificado ao incômodo grupo dos chamados quadrados, antigos. E isso, nos juvenis anos 60, era quase uma sentença de morte artística. “Nem toda loucura é genial, nem toda lucidez é velha”, defendeu-se num artigo de jornal, em 1968. Mas sua resposta mais convincente só viria mesmo pouco mais tarde, quando já estava retornando do auto-exílio na Itália. O LP Chico Buarque de Hollanda volume 4, lançado em 1970, trazia o artista um pouco diferente. Aquela temática samba-morena-barracão, e sua poética linear discursiva dos primeiros discos cederam espaço a uma diversificação de forma e conteúdo, que se expressaria em canções como Rosa dos ventos e Agora falando sério. Mudança que se acentuou no disco seguinte, com Deus lhe pague e Construção, faixa-título de letra concretista, com arranjo do maestro tropicalista Rogério Duprat. A partir daí o impasse entre Chico e os vanguardistas pareceu resolvido – e a celebração se deu no histórico show com Caetano Veloso, na Bahia, em 1972. Colocando panos quentes de vez, o próprio Augusto de Campos reconheceu, na época, que a obra do Chico havia evoluído “no sentido da inventividade”.
Chico Buarque tornou-se então unanimidade nacional? Não. Até porque, com a radicalização política do país no pós-AI-5, mais do que burra esta unanimidade seria impossível. Antes, ele até recebera afagos do então marechal-presidente Costa e Silva; mas agora, erguido como símbolo de resistência à ditadura – o nosso Errol Flynn, no dizer do cineasta Glauber Rocha –, o próprio Chico metaforizava o veto ao seu nome com os versos “você não gosta de mim/ mas sua filha gosta”. A imagem apolínea, apolítica e de bom moço do cantor ficara definitivamente para trás. Mas o que também o distanciava de uma possível unanimidade era a falta do respaldo popular de antes. Depois que a banda passou, Chico foi se tornando cada vez mais um artista restrito a um público de elite, segmento que a indústria cultural classifica como A e B. Donde a imprecisão de considerá-lo “unanimidade nacional” – a não ser que se confunda, como costuma acontecer, a Zona Sul com o Brasil, a elite com o povo, o particular com o universal.
Depois de superado seu impasse com os tropicalistas, talvez fosse melhor relacionar Chico a uma possível “unanimidade intelectual”. Chico Buarque é o artista que hoje une as elites intelectuais brasileiras. E isto nem um outro cantor ou compositor popular conseguiu fazer. Nem mesmo Tom Jobim, que durante toda a carreira sofreu duras críticas dos ideólogos do samba tradicional, que o acusavam de fazer uma música americanizada, distante das autênticas fontes populares. Restrições assim também foram direcionadas a Caetano Veloso e, de forma bem mais acentuada, ao trabalho de Roberto Carlos. A Chico Buarque, não, porque, mesmo se “modernizando”, ele sempre esteve identificado à linhagem do samba, ritmo que, aliás, nunca faltou nos seus discos.
Reflexo do dilema de uma elite em busca de sua identidade nacional, esta tensão entre “modernidade” e “tradição” ocupa o centro do debate da música popular brasileira desde a eclosão da bossa nova, no fim dos anos 50, quando efetivamente o tema “canção” começou a ser objeto de análise por parte da intelectualidade. A partir daí é possível detectar o principal parâmetro de julgamento estético de uma obra musical no Brasil. Ei-lo: para ser bem qualificada pela crítica ou aceita pelo público intelectual esta obra precisa estar obrigatoriamente identificada ao que se considera “tradição” (folclore, samba de raiz, samba de morro) ou então ao que se considera “modernidade” (influências de vanguardas literárias ou musicais, como o jazz, a bossa nova, o rock inglês). Fora desse receituário, não há salvação.
Por que é atribuído grande valor cultural ao repertório de artistas como Nelson Sargento ou Lenine? Porque o primeiro está identificado ao samba de raiz, à negritude, ao Rio de Janeiro. E, o segundo, à modernidade, às influências da bossa nova e do Tropicalismo. O mesmo não acontece com o repertório de cantores populares, desde Anísio Silva e Orlando Dias até Nelson Ned e Paulo Sérgio, todos considerados bregas, ruins, justamente porque não conseguem ser identificados nem à tradição, nem à modernidade. Assim como a produção de Waldik Soriano, Agnaldo Timóteo e Odair José: a nem uma coisa, nem outra. Já nomes de também grande popularidade entre as classes menos favorecidas, como Martinho da Vila e Zeca Pagodinho, são valorizados porque associados à “tradição”; ocorrendo algo semelhante com Milton Nascimento e Djavan, porque identificados à “modernidade”.
Pairando acima de todos, Chico Buarque consegue uma aprovação unânime das elites culturais exatamente porque agrada tanto aos adeptos do samba tradicional como aos defensores da chamada linha evolutiva da MPB. E isto explica, por exemplo, o resultado de uma pesquisa que a revista IstoÉ realizou com seus leitores em 1999, para a escolha do “músico brasileiro do século 20”. De uma lista de 30 nomes apresentados para a eleição – Chico, Tom Jobim, Pixinguinha, Caetano Veloso e Roberto Carlos, entre outros –, o público leitor da revista, que possui um perfil de classe média e nível universitário, escolheu exatamente ele, Chico Buarque, eleito por 76,48% dos votos. Ou seja, a maioria absoluta.
Constata-se, entretanto, que o artista eleito “o músico brasileiro do século” chega aos 60 anos de idade e 40 de carreira sem que sua obra tenha conquistado uma projeção internacional – como a de um Tom Jobim – nem um alcance nacional – como a de um Roberto Carlos. Hoje, os discos e canções de Chico são para consumo e deleite majoritariamente do público da Zona Sul carioca e de áreas nobres das grandes metrópoles do país. Ele é, neste sentido, um artista basicamente local, e restrito à sua classe social. Não há muita comunicabilidade entre Chico Buarque e as raízes do Brasil mais profundo, mais pobre, maior. O que é uma pena, para este mesmo Brasil, que fica, assim, privado de desfrutar canções como Todo o sentimento, Eu te amo, Morro Dois Irmãos, Futuros amantes, Beatriz e várias outras – que nós, os privilegiados, tão bem conhecemos.
* Paulo Cesar de Araújo é jornalista, historiador, mestre em Memória Social, professor da rede pública estadual e autor dos livros 'O sorriso da cidade' (com vários) e 'Eu não sou cachorro, não: música popular cafona e ditadura militar'
Professor Carlos Sávio via e-mail
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quarta-feira, 8 de junho de 2011
RESENHA: Política V
Segue o link para o próximo texto de Política:
Schwartzman, Simon. Marx: A redução da política. Mimeo, 1968. <http://www.schwartzman.org.br/simon/reduc.htm>
Schwartzman, Simon. Marx: A redução da política. Mimeo, 1968. <http://www.schwartzman.org.br/simon/reduc.htm>
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quarta-feira, 25 de maio de 2011
ENTREVISTA - Antonio Risério
Contra a ideologia racialista
Entrevista de José Castello com Antonio Risério
Valor Econômico.
Professor Carlos Sávio via e-mail
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terça-feira, 24 de maio de 2011
ARTIGO–Política V
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VÍDEO - Roberto Mangabeira Unger/Harvard University
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terça-feira, 10 de maio de 2011
NÃO HAVERÁ AULA - Política V
Quinta-Feira (12/05/2011) não haverá aula de Política V.
Fica portanto para a aula de Terça-Feira (17/05/2011) o início da 3ª unidade do curso, “A Ciência Polìtica Marxista”, com o texto:
Collins, Randall. “A tradição do conflito”, In: Quatro tradições sociológicas. Petrópolis, Vozes, 2009.
ENTREVISTA: Jessé Souza
Segue entrevista enviada pelo professor via e-mail.
PARTE 1:
Para quem quiser fazer o download da Parte 1 basta clicar aqui
PARTE 2:
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Entrevista publicada em 15/01/2011 no Jornal ESTADO DE MINAS
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Entrevista publicada em 15/01/2011 no Jornal ESTADO DE MINAS
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
NÃO HAVERÁ AULA: Política IV (26/11/2010)
Não haverá aula de POLÍTICA IV no dia 26/11/2010 (SEXTA-FEIRA)
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terça-feira, 16 de novembro de 2010
CONFERÊNCIA: Brasil e Argentina em Perspectiva Comparada: História, Política e Cultura
O PPGCP convida a comunidade acadêmica à conferência do Professor Vicente Palermo, a ser realizada em 18 de novembro (quinta-feira), às 10h, na sala 310 do Bloco N, cujo tema será “Brasil e Argentina em Perspectiva Comparada: História, Política e Cultura”. O professor Vicente Palermo é da Universidad de Buenos Aires e, atualmente, faz Estágio Pós-Doutoral no PPGCP.
fonte: Departamento de Ciência Política - UFF
fonte: Departamento de Ciência Política - UFF
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sábado, 13 de novembro de 2010
2ª Avaliação de Política IV
Prezados colegas e alunos(as) de Política IV, do segundo semestre de 2010.
Aí vão as questões da segunda avaliação com pequenas alterações na observação para os faltosos. Sucesso e um grande abraço. Prof. Ari de Abreu Silva. As notas da primeira avaliação serão divulgadas na próxima semana.
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2ª Avaliação de Política IV
Aí vão as questões da segunda avaliação com pequenas alterações na observação para os faltosos. Sucesso e um grande abraço. Prof. Ari de Abreu Silva. As notas da primeira avaliação serão divulgadas na próxima semana.
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V Seminário dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFF
O Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFF convida a todos os pós-graduandos, graduandos e pesquisadores de ciência política à participação da 5ª edição de seu seminário.
Programação
1 de dezembro , quarta-feira
8:00 – Credenciamento e café
9:00 – Apresentação dos trabalhos de pós-graduação
Áreas temáticas:
Teoria Política e Pensamento Social Brasileiro
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12:00 – Intervalo
14:00 – Apresentação dos trabalhos de pós-graduação
Áreas Temáticas:
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Estudos estratégicos
17:00 – Intervalo
18:00 as 20:00 – Abertura oficial:
Conferência com o Professor Titular de Relações Internacionais e Estudos Estratégicos da UFF
Dr. Eurico de Lima Figueiredo
(Ex-coordenador do PPGCP-UFF)
9:00 – Apresentação dos trabalhos de pós-graduação
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Teoria Política e Pensamento Social Brasileiro
Estado, Sociedade e Políticas Públicas
Relações internacionais
12:00 – Intervalo
14:00 – Apresentação dos trabalhos de pós-graduação
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17:00 – Intervalo
18:00 as 20:00 – Abertura oficial:
Conferência com o Professor Titular de Relações Internacionais e Estudos Estratégicos da UFF
Dr. Eurico de Lima Figueiredo
(Ex-coordenador do PPGCP-UFF)
2 de dezembro, quinta-feira
9:00 – Apresentação dos trabalhos de pós-graduação
Áreas Temáticas:
Teoria Política e Pensamento Social Brasileiro
Estado, Sociedade e Políticas
Públicas e Estudos estratégicos
12:00 – Intervalo
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Teoria Política e Pensamento Social Brasileiro
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Públicas e Estudos estratégicos
12:00 – Intervalo
14:00 – Apresentação dos trabalhos de pós-graduação
Áreas temáticas:
Teoria Política e Pensamento Social Brasileiro
Estado, Sociedade e Políticas Públicas
Relações internacionais
17:00 – Intervalo
18:00 - Conferência com o Professor Dr. Marcus Ianoni - Chefe do Departamento de Ciência Política e Vice-Coordenador do PPGCP-UFF
20:00 – Encerramento
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17:00 – Intervalo
18:00 - Conferência com o Professor Dr. Marcus Ianoni - Chefe do Departamento de Ciência Política e Vice-Coordenador do PPGCP-UFF
20:00 – Encerramento
3 de dezembro, sexta-feira
9:00 – Apresentação dos trabalhos de graduação
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Teoria Política e Pensamento Social Brasileiro
Estado, Sociedade e Políticas Públicas
Relações internacionais.
12:00 - Intervalo
14:00 - Apresentação dos trabalhos de graduação
Áreas temáticas:
Teoria Política e Pensamento Social Brasileiro
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Relações internacionais.
17:00 – Intervalo
18:00 – Encerramento oficial:
Conferência com o Professor Dr. Carlos Henrique A. Serra - Coordenador do PPGCP-UFF e Sub-Chefe do Departamento de Ciência Política
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12:00 - Intervalo
14:00 - Apresentação dos trabalhos de graduação
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Teoria Política e Pensamento Social Brasileiro
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Relações internacionais.
17:00 – Intervalo
18:00 – Encerramento oficial:
Conferência com o Professor Dr. Carlos Henrique A. Serra - Coordenador do PPGCP-UFF e Sub-Chefe do Departamento de Ciência Política
Mais Informações no site do Departamento de Ciência Política:
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domingo, 24 de outubro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
NÃO HAVERÁ AULA DE POLÍTICA IV (08/09/2010)
Reprodução do e-mail enviado pelo professor:
Prezados colegas e alunos da turma de Política IV, de Ciências Sociais
Por favor, avisem aos colegas e divulguem que a aula de hoje está suspensa devido a alguns problemas de saúde, espero não muito graves. Nos veremos na sexta-feira, dia 10/9. Por favor, divulguem. Um grande abraço e obrigado.
Ari de Abreu Silva
Prezados colegas e alunos da turma de Política IV, de Ciências Sociais
Por favor, avisem aos colegas e divulguem que a aula de hoje está suspensa devido a alguns problemas de saúde, espero não muito graves. Nos veremos na sexta-feira, dia 10/9. Por favor, divulguem. Um grande abraço e obrigado.
Ari de Abreu Silva
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sexta-feira, 3 de setembro de 2010
NÃO HAVERÁ AULA DE POLÍTICA IV (03/09/2010)
Não haverá aula de POLÍTICA IV no dia 03/09/2010 (SEXTA-FEIRA). MOTIVO!? É FERIADÃO GALERA.
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
NÃO HAVERÁ AULA DE POLÍTICA IV (27/08/2010)
Reprodução do e-mail enviado pelo professor:
Prezados colegas e alunos da turma de PolíticaIV
Comunico-lhes que, devido a uma intervenção odontológica, não poderei dar aula hoje, dia 27, às 20h. Divulgue entre os colegas, por favor, e muito obrigado. Professor Ari de Abreu.
Prezados colegas e alunos da turma de PolíticaIV
Comunico-lhes que, devido a uma intervenção odontológica, não poderei dar aula hoje, dia 27, às 20h. Divulgue entre os colegas, por favor, e muito obrigado. Professor Ari de Abreu.
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terça-feira, 15 de junho de 2010
NÃO HAVERÁ AULA DE POLÍTICA (16/06/2010)
Não haverá aula de POLÍTICA III no dia 16/06/2010 (QUARTA-FEIRA), de acordo com o professor ele fará alguns exames e por tal motivo não poderá dar aula.
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sexta-feira, 11 de junho de 2010
2ª Avaliação de Política III
Escolha uma das questões abaixo e responda, com base nos textos propostos pelo curso, com pelo menos duas laudas (50 linhas).
1ª.) Como John Stuart Mill constrói a tese da necessidade do povo limitar o poder sobre si mesmo? O que a diferencia?
2ª.) Segundo Stuart Mill, como e quando a interferência do público na conduta puramente pessoal pode induzir a erros graves?
3ª.) Em “O Dezoito Brumário de Luís Bonaparte”, Karl Marx desenvolve brilhantemente a tese de que Bonaparte, o sobrinho, é o resultado das lutas de classes, numa França do séc. XIX, onde não se estabelece a hegemonia de nenhuma delas. Caracterize os principais eventos demonstrativos desta tese.
O trabalho é individual e deverá ser entregue, impreterivelmente, até o dia 23 de junho de 2010. Sugere-se aos faltosos que façam mais de uma questão. Boa Sorte!
OBRAS DE APOIO:
"Sobre a Liberdade" - John Stuart Mill
"O 18 Brumário de Luis Bonaparte" - Karl Marx
PS. Se liguem no link dos Livros
1ª.) Como John Stuart Mill constrói a tese da necessidade do povo limitar o poder sobre si mesmo? O que a diferencia?
2ª.) Segundo Stuart Mill, como e quando a interferência do público na conduta puramente pessoal pode induzir a erros graves?
3ª.) Em “O Dezoito Brumário de Luís Bonaparte”, Karl Marx desenvolve brilhantemente a tese de que Bonaparte, o sobrinho, é o resultado das lutas de classes, numa França do séc. XIX, onde não se estabelece a hegemonia de nenhuma delas. Caracterize os principais eventos demonstrativos desta tese.
O trabalho é individual e deverá ser entregue, impreterivelmente, até o dia 23 de junho de 2010. Sugere-se aos faltosos que façam mais de uma questão. Boa Sorte!
OBRAS DE APOIO:
"Sobre a Liberdade" - John Stuart Mill
"O 18 Brumário de Luis Bonaparte" - Karl Marx
PS. Se liguem no link dos Livros
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